quarta-feira, 8 de abril de 2015

O Amor e o Cérebro

     Antes de vos deixar com a receita das simples e deliciosas bolachinhas de aveia, não posso deixar de escrever sobre algo que também é extremamente importante não só para o nosso bem-estar psicológico, mas sobretudo emocional.
Também ele é um excelente antídoto para a tristeza, e move mundo e montanhas.
Falo-vos de Amor!
     O que seria a vida humana sem este lado mais puro e genuíno do ser humano?
O amor é capaz de curar muita coisa que, para muitos, já não tinha cura. Muitas vezes as questões acerca dele são inúmeras, no entanto, sabe-se que acontece porque sim. É um bem necessário ao ser humano.
Mas afinal, quantos significados de amor existem?
Qual o verdadeiro significado de um olhar, de um carinho, de um toque....?
Sejam eles quais forem, signifiquem o que significarem, a mais pura e verdadeira definição está na tradução das palavras pela dança dos corpos, pela forma como se encaixam, pela plenitude com que se complementam, por afinal de contas o amor é isso mesmo, complemento; suporte e cumplicidade. De que adiantam as palavras quando os actos se contradizem? São apenas criadores de uma paradoxalidade entre quem diz e quem ouve....são apenas palavras soltas que quando pouco cimentadas são levadas pelo vento, porque nada tiveram para permanecer fixas no seu explendor....pouco ou nada se fixaram à magia do amor. Amor....Amar....implica dar e receber, não é apenas uma tentativa de se sentir que o outro recebe, mas sim uma certeza de que quem dá, também sente que lhe é dado. Amar, é criar, imaginar, querer, poder, partilhar, desejar, ter a certeza que não só somos complemento do outro, mas que tudo é superior a qualquer desavença ou conflito que possa trilhar o caminho de quem ama!
Rafc